Acho que tenho que explicar que antes de todas estas coisas nos
jornais, eu conheci Ale e lembro que ele sempre foi uma boa pessoa, uma pessoa
excêntrico mas boa. Talvez é difícil pra
vocês, os leitores, entenderem mas ele era tão comum como qualquer um de nós.
Quero dizer que ele gostava beber mas nunca foi um bebedo, que ele gostava dos
coisas bonitas mas ele não era bonito, que ele quis fazer uma marca no mundo
mas não era capaz... pelo menos até algumas meses atrais e agora esta tragédia.
Admito que não fui impressionado pelo Ale quando encontrei-o
pela primeira vez, nos compartilhamos a mesma entusiasma pela cerveja, é isto
foi bastante pra nos conversar. Aparte deste entusiasmo, ele foi comum: ele
tava pequeno, com uma cabeça desproporcionalmente grande e feio com pele suado e dentes amarelos, feio
sim mas eu não sou uma pintura também. Foi um feiura comum. Ele tinha um
corcunda pequeníssimo mas não pareceu um monstro, como vocês os leitores
ouviram nos reportagems, e ele não tinha um espírito mórbida como tu
imaginarei. Eu tinha pena dele, porque ele quis o que eu quis a cerveja
perfeita.
Sim, nos estávamos na busca pra uma cerveja especial, o
melhor cerveja que nos já experimentamos. Uma cerveja com um corpo abundante,
um cor rico e um sabor delicioso; uma cerveja como a ambrosia dos deuses que
levaria os mortais ao um novo plano de existência. Nos começamos nosso viagem
ao fronteira de sabor juntos, até os sonhos que Ale seguiu causou ele se perder
no alêm de loucura, nos degustações no bier keller. Lá, nos fomos introduzidos
ao muitos estilos e marcas de cerva, os quais como mulheres tem cada uma seus
charmes.
´O segredo é dentro a levedura´ Ale dizia enquanto admirou uma
copo dourado na luz de uma vela azul. ´O levedura é a germe de vida dentro a
cerveja, o future já ta escrito lá dentro ele. Se podemos fazer uma levedura
com todo nossos desejos nos ingredientes, podemos alcançar a grandeza.´ ´Meu
querido,´ eu responderia ´ nos não somos cientistas, nos só podemos gostar as
frutas de natura´. Mas Ale ficou convencido com seus argumentos e começou
estudar e buscar os ingredientes raros e esquisitos do mundo inteiro. Ele
tormentou seu paladar com sabores
adstringentes e amargos, ele começou misturar seu próprio cerveja adstringente
e amargo, e lentamente os seus pensamentos se tornam mais adstringentes e
amargos.
´Estes juízes infernais, com seus paladares de criança,´ele
reclamou depois seu cerveja weis feito com um raro lupolo do tundra Alaska não
entrou nos finais do copa de cerveja de Coritiba. ´Eles querem somente açúcar,
idiotas diabéticas.´ ´Não considere algo
pessoal, meu velho,´eu diz. ´Todo tem sua opinião, e eu achei que sua cerveja
foi maravilhoso!´ ´Cerveja não é um sujeito pra opinião. A levedura existe se
tem humanos ou não, quem pode ser tão arrogante julgar a levedura. A cerveja de
verdade é fora nossa mundo até o chave misterioso do yeast poderoso tá nas mãos
do brewmaster universal. ´ Ele derrubei uma mesa de queijos fedorentos e
alcachofras gosmentos na sua raiva e alem que eu ficou um pouquinho chocado com
seu comportamento e o tom quase religiosa do seus palavras, eu ajudei limpar a
bagunça e consolar ele, pensando nesses só os reações de um competidor a um
derroto injusto.
Logo depois aquele noite eu sabia que meu interesso na
cerveja não foi igual ao misticismo de minha colega. Pra ele foi mais e mais um
busca pra a pedra filósofo das levaduras, que levou ele alem dos serras e as
pampas até os montanhas dos Andes e o Terra Del fuego do sul de argentina, e
que sem comer e trabalhando dia e noite ele poupou dinheiro pra visitar.
Enquanto isso, eu estava bebendo meu salário e meu casamento e minha retidão
moral via, até eu fiquei como mobiliário no bier keller, uma mosca feito de
madeira, incapaz pagar pra os meus gostos melhores, bebendo cervejas sempre
mais baratas ate eu podia arranjar litres dos mais pior água suja
imaginavel. Eu esperei pra meu amigo
voltar dos seus viagens pra gostar dos seus contos pra sua conta, eu esperei
pra Ale voltar vestido nas bombachas surrados e chapéu branqueado, uma mochila
cheia dos lúpulos exóticos e textos sumerianos e babilônias e célticos sobre o
este arte antigo. Cada volta seu percepção de cerveja foi mudado, ele quase não
bebeu. Invés olhando pra uma stout simples feito por uma cervejaria local ele
dizia ´eu provo o escuridão dos morcegos, eu percebi o abismo no centro do
átomo, eu provo o sabor de dor e destrução´
Cada ano ele entraria o torneio pra os melhores cervejas artesanais e
nunca ganhou mais do que medalha de bronze pra um pilsen feito com lagrimas de
um pato. Mas invez de raiva, ele sorriu pras decisões dos juízes e sussurrou
´babacas vazias, babacas vazias.. eles verem quando o tempo vem.´
Este derrotou no ano passado foi o ultimo vez que eu vi Ale,
a única vez que eu ouvi dele foi uma letera que ele escreveu pra mim quando eu
era no
hospedal pra meu transplanto de
fígado. Ele mandou uma cerveja medicinal escondido dentro um buqué de flores com
uma nota da Chicago que diz ´Al Capone foi um bode expiatório – tinha um outra
mira – achei um bootlegger velho que me convence que o segredo pra o levedura
perfeito ta nos missionários de são Francisco perdido profondamente nas
junglas, perto de casa – o velho sabe, os autoritários tentam eliminar toda a
ameaça mas o grande yeast do Cthulu sobreviveu.´

Então nos chegamos ao Março este ano e a grande abertura do brewpub do Ale, Toca dos Ossos, aqui na nossa cidade. Eu admiti que eu tinha muito inveja quando eu vi aquele lugar intimo na penumbra, com seus torneiras altos de latão na forma de esqueletos dragões que vertem cervejas perfeitas das suas bocas sorridente na luz das velas vermelhas. Eu invejei a multidão que de repente fazendo fila pra uma mesa nos meses que venham e o recognição nacional que levou ele ao lugar de rei dos cervejas não logo demais. ´Olha, meu velho amigo,´ Ale pos uma mão no meu ombro e indicou uma torneira bem mais sinistra do que todos, ´Olha pra meu orgulho.´ A barrista pálida verteu uma copa, foi um Red Ale, a Dragão Vermelho, seu obra de arte feito ele disse com a levedura segredo que nos sonhamos. Quando eu vi aquele cerveja a cor de sangue meu estomago se desviou com ciumes e desejo, o cheiro, o aparência tão hipnótico eu tinha a dar minhas costas. Éu sou ainda doente meu velho,´eu expliquei. ´Tenho tão vontade de beber mas não, não posso´ Eu saiu do pub com um esforço e nunca entrei de novo.
Nas dias subseqüente, passando pra a frente do Toca, no meu
estado de sobriedade pelo medicação, eu
começei perceber que tinha uma coisa
errada, que tinha uma certa loucura no lugar e no comportamento da galera que a
freqüentava. As suas novas cervejas criaram um delírio estupefaciente que me
assustou. Na ultima noite que eu era lá duas caras se
mataram lutando depois um deles derrubou a copa do outro. É isso não foi um
incidente único mas um incidente comum, bem aceitado pela gente que pisaram nos
corpos pra encher suas copos. As turistas que vem a nossa cidade que beberem lá
nunca voltaram pra seus países, algumas deles morando na rua, ate o governo
tinha mandar eles de volta. Enquanto isso, a fama de Ale cresceu mais e mais,
os expertos do mundo de cerveja vinham aqui e também não quiserem voltar. Eles
julgaram a Dragão vermelho o melhor cerveja de todos os tempos e quase morrem
bebendo-a pra descobrir o segredo do sua fermentação. Na media, como vocês
sabem, todo foi só positivo ate a descoberta pelo heróico investigador privado,
o pobre Paulo T.
O pobre Paolo T, foi empregado pelo Senhor Wolfenstein,
um proprietário muito rico, pra buscar
sua filha jovem que desapareceu sem palavra. Seguindo a sua trilha, guiou Paolo
ao Toca dos Ossos onde ela foi com uma amiga num domingo passado depois meianoite.
O resto vocês já sabem: os cadáveres nos tanques e os esqueletos no porão, os
ossos deles escavados e enchidos com o fermento dos missionários do são Francisco, os barris de
sangue. Os atos monstruosos de um cara bem comum, meu amigo estranho Ale. Ele
foi preso naquele noite e agora como vocês sabem ele esta na cadeia e a fofoca
é que a pena de morte vai voltar. Talvez, também, vocês leitores, leram que o
pobre Paolo T foi achado hoje de manha, assassinado violentamente por que
parece um gangue de pessoas? E que
algumas pessoas foram presos tentando arrombar o Toca, e que alguém já roubou
os torneiras malevolentes e um barril de sangue...

