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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O Cerveja de Sangue - um conto de terror




Acho que tenho que explicar que antes de todas estas coisas nos jornais, eu conheci Ale e lembro que ele sempre foi uma boa pessoa, uma pessoa excêntrico mas boa.  Talvez é difícil pra vocês, os leitores, entenderem mas ele era tão comum como qualquer um de nós. Quero dizer que ele gostava beber mas nunca foi um bebedo, que ele gostava dos coisas bonitas mas ele não era bonito, que ele quis fazer uma marca no mundo mas não era capaz... pelo menos até algumas meses atrais e agora esta tragédia.

Admito que não fui impressionado pelo Ale quando encontrei-o pela primeira vez, nos compartilhamos a mesma entusiasma pela cerveja, é isto foi bastante pra nos conversar. Aparte deste entusiasmo, ele foi comum: ele tava pequeno, com uma cabeça desproporcionalmente grande  e feio com pele suado e dentes amarelos, feio sim mas eu não sou uma pintura também. Foi um feiura comum. Ele tinha um corcunda pequeníssimo mas não pareceu um monstro, como vocês os leitores ouviram nos reportagems, e ele não tinha um espírito mórbida como tu imaginarei. Eu tinha pena dele, porque ele quis o que eu quis a cerveja perfeita.

Sim, nos estávamos na busca pra uma cerveja especial, o melhor cerveja que nos já experimentamos. Uma cerveja com um corpo abundante, um cor rico e um sabor delicioso; uma cerveja como a ambrosia dos deuses que levaria os mortais ao um novo plano de existência. Nos começamos nosso viagem ao fronteira de sabor juntos, até os sonhos que Ale seguiu causou ele se perder no alêm de loucura, nos degustações no bier keller. Lá, nos fomos introduzidos ao muitos estilos e marcas de cerva, os quais como mulheres tem cada uma seus charmes.

´O segredo é dentro a levedura´ Ale dizia enquanto admirou uma copo dourado na luz de uma vela azul. ´O levedura é a germe de vida dentro a cerveja, o future já ta escrito lá dentro ele. Se podemos fazer uma levedura com todo nossos desejos nos ingredientes, podemos alcançar a grandeza.´ ´Meu querido,´ eu responderia ´ nos não somos cientistas, nos só podemos gostar as frutas de natura´. Mas Ale ficou convencido com seus argumentos e começou estudar e buscar os ingredientes raros e esquisitos do mundo inteiro. Ele tormentou  seu paladar com sabores adstringentes e amargos, ele começou misturar seu próprio cerveja adstringente e amargo, e lentamente os seus pensamentos se tornam mais adstringentes e amargos.
´Estes juízes infernais, com seus paladares de criança,´ele reclamou depois seu cerveja weis feito com um raro lupolo do tundra Alaska não entrou nos finais do copa de cerveja de Coritiba. ´Eles querem somente açúcar, idiotas diabéticas.´  ´Não considere algo pessoal, meu velho,´eu diz. ´Todo tem sua opinião, e eu achei que sua cerveja foi maravilhoso!´ ´Cerveja não é um sujeito pra opinião. A levedura existe se tem humanos ou não, quem pode ser tão arrogante julgar a levedura. A cerveja de verdade é fora nossa mundo até o chave misterioso do yeast poderoso tá nas mãos do brewmaster universal. ´ Ele derrubei uma mesa de queijos fedorentos e alcachofras gosmentos na sua raiva e alem que eu ficou um pouquinho chocado com seu comportamento e o tom quase religiosa do seus palavras, eu ajudei limpar a bagunça e consolar ele, pensando nesses só os reações de um competidor a um derroto injusto.

Logo depois aquele noite eu sabia que meu interesso na cerveja não foi igual ao misticismo de minha colega. Pra ele foi mais e mais um busca pra a pedra filósofo das levaduras, que levou ele alem dos serras e as pampas até os montanhas dos Andes e o Terra Del fuego do sul de argentina, e que sem comer e trabalhando dia e noite ele poupou dinheiro pra visitar. Enquanto isso, eu estava bebendo meu salário e meu casamento e minha retidão moral via, até eu fiquei como mobiliário no bier keller, uma mosca feito de madeira, incapaz pagar pra os meus gostos melhores, bebendo cervejas sempre mais baratas ate eu podia arranjar litres dos mais pior água suja imaginavel.  Eu esperei pra meu amigo voltar dos seus viagens pra gostar dos seus contos pra sua conta, eu esperei pra Ale voltar vestido nas bombachas surrados e chapéu branqueado, uma mochila cheia dos lúpulos exóticos e textos sumerianos e babilônias e célticos sobre o este arte antigo. Cada volta seu percepção de cerveja foi mudado, ele quase não bebeu. Invés olhando pra uma stout simples feito por uma cervejaria local ele dizia ´eu provo o escuridão dos morcegos, eu percebi o abismo no centro do átomo, eu provo o sabor de dor e destrução´  Cada ano ele entraria o torneio pra os melhores cervejas artesanais e nunca ganhou mais do que medalha de bronze pra um pilsen feito com lagrimas de um pato. Mas invez de raiva, ele sorriu pras decisões dos juízes e sussurrou ´babacas vazias, babacas vazias.. eles verem quando o tempo vem.´      

Este derrotou no ano passado foi o ultimo vez que eu vi Ale, a única vez que eu ouvi dele foi uma letera que ele escreveu pra mim quando eu era  no  hospedal  pra meu transplanto de fígado. Ele mandou uma cerveja medicinal escondido dentro um buqué de flores com uma nota da Chicago que diz ´Al Capone foi um bode expiatório – tinha um outra mira – achei um bootlegger velho que me convence que o segredo pra o levedura perfeito ta nos missionários de são Francisco perdido profondamente nas junglas, perto de casa – o velho sabe, os autoritários tentam eliminar toda a ameaça mas o grande yeast do Cthulu sobreviveu.´


Então nos chegamos ao Março este ano e a grande abertura do brewpub do Ale, Toca dos Ossos, aqui na nossa cidade. Eu admiti  que eu tinha muito inveja quando eu vi aquele lugar intimo na penumbra, com seus torneiras altos de latão na forma de esqueletos dragões  que vertem cervejas perfeitas das suas bocas sorridente na luz das velas vermelhas. Eu invejei a multidão que de repente fazendo fila pra uma mesa nos meses que venham e o recognição nacional que levou ele ao lugar de rei dos cervejas não logo demais. ´Olha, meu velho amigo,´ Ale pos uma mão no meu ombro e indicou uma torneira bem mais sinistra do que todos, ´Olha pra meu orgulho.´  A barrista pálida verteu uma copa, foi um Red Ale, a Dragão Vermelho, seu obra de arte feito ele disse com a levedura segredo que nos sonhamos. Quando eu vi aquele cerveja a cor de sangue meu estomago se desviou com ciumes e desejo, o cheiro, o aparência tão hipnótico eu tinha a dar minhas costas.  Éu sou ainda doente meu velho,´eu expliquei. ´Tenho tão vontade de beber mas não, não posso´ Eu saiu do pub com um esforço e nunca entrei de novo.

Nas dias subseqüente, passando pra a frente do Toca, no meu estado de sobriedade pelo  medicação, eu começei perceber que tinha  uma coisa errada, que tinha uma certa loucura no lugar e no comportamento da galera que a freqüentava. As suas novas cervejas criaram um delírio estupefaciente que me assustou.  Na  ultima noite que eu era lá duas caras se mataram lutando depois um deles derrubou a copa do outro. É isso não foi um incidente único mas um incidente comum, bem aceitado pela gente que pisaram nos corpos pra encher suas copos. As turistas que vem a nossa cidade que beberem lá nunca voltaram pra seus países, algumas deles morando na rua, ate o governo tinha mandar eles de volta. Enquanto isso, a fama de Ale cresceu mais e mais, os expertos do mundo de cerveja vinham aqui e também não quiserem voltar. Eles julgaram a Dragão vermelho o melhor cerveja de todos os tempos e quase morrem bebendo-a pra descobrir o segredo do sua fermentação. Na media, como vocês sabem, todo foi só positivo ate a descoberta pelo heróico investigador privado, o pobre Paulo T.

O pobre Paolo T, foi empregado pelo Senhor Wolfenstein, um  proprietário muito rico, pra buscar sua filha jovem que desapareceu sem palavra. Seguindo a sua trilha, guiou Paolo ao Toca dos Ossos onde ela foi com uma amiga num domingo passado depois meianoite. O resto vocês já sabem: os cadáveres nos tanques e os esqueletos no porão, os ossos deles escavados e enchidos com o fermento dos  missionários do são Francisco, os barris de sangue. Os atos monstruosos de um cara bem comum, meu amigo estranho Ale. Ele foi preso naquele noite e agora como vocês sabem ele esta na cadeia e a fofoca é que a pena de morte vai voltar. Talvez, também, vocês leitores, leram que o pobre Paolo T foi achado hoje de manha, assassinado violentamente por que parece um gangue de pessoas?  E que algumas pessoas foram presos tentando arrombar o Toca, e que alguém já roubou os torneiras malevolentes e um barril de sangue...